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O SWELL DO SÉCULO? O MUZZASWELL

Quinta, Julho 16, 2015 5 Comments 10 Likes
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O SWELL DO SÉCULO? O Muzzaswell

O Muzzaswell foi um swell alucinante. Bateu na costa do Bukit por três dias com séries, embora inconsistentes, sólidas e limpas. Chamam-no “O swell do século”, no entanto, isso é puro marketing. Leia como realmente se deu o swell no Bukit, Bali. Leia o que e como o viveram os surfistas que o viveram.


O Swell do Século– NÃO

Chamaram-no o swell do século. E você pensou (e nós pensamos), “Eu tenho que surfear-ele”. Ou pelo menos você disse para si mesmo (e nos a nós mesmos), “Eu tenho que testemunhar isso.” Ou seja, o maior swell dos últimos 100 anos! Isso é fazer história! Mas numa dessas eles te enganaram (ou não), porque o swell do século pode referir-se ao swell do século 21, o que realmente significa, então, o swell dos últimos 15 anos. É mesmo.

Mas cara, o swell dos últimos 15 anos! Você também vai querer surfearlo. Você também vai querer testemunhar isso.

E você fez, e se você fez e você surfa Bali há anos, você sabe então que não foi o swell do século.

Se você não sabe, mas realmente quer saber, fica tranquilo, que já nos ocupamos disso. A gente tomou o tempo para conversar com as pessoas que sabem. As pessoas que testemunham o desenvolvimento da história do surf em Bali. As pessoas que o vivem. As pessoas cuja história própria é parte da história do surf em Bali.

Jim Banks em Ulu’s: “Estava maior três anos atrás, e provavelmente se torna maior, uma vez por ano. Era grande e tinha boas ondas, mas tivemos maré baixa em Outside Corner´s. A parede não estava muito parada. Havia um par de séries grandes. O sábado as 11 e o domingo as 10, de quatro vezes por cima da cabeça, mas isso não é tão grande para The Bombie.”

Johnny Uluwatu em Padang Padang: “Eu já tenho visto muito maior e melhor. Três ou quatro anos atrás estava muito melhor. Há dois anos a praia de Padang fechava toda.”

Rizal em Padang: “Talvez em algum outro lugar, mas não aqui. Não muito grande. Muito inconsistente.”

Mick em Impossibles: “Não em termos de tamanho, mas durou três dias o que faz uma diferença. Chamá-lo o swell do século é puro marketing. Numa dessas, porque durou o tempo que durou. Mas foi muito inconsistente, não muitas séries. Eu colocaria ele entre os top 5 swelles deste século.”

Chamaram-noo swell do século. E tomara tivesse sido. Tomara! Mas não foi. Então, em honra da verdade, não o chamaremos assim. Não podemos chamá-lo assim.

Em honra a Muzz, residente em Bali e surfista de ondas grandes, melhor: “O Muzzaswell”

O MUZZASWELL – GRANDE SIM GRANDE

Marty, aka Muzz vivia em Bali e surfava Ulus grande. Sempre em forma e com boa saúde. Mas, como todos nós, o tempo na Terra já lhe estava programado. Como alguns de nós, ele soubedo programa com antecedência. Ele recebeu três ou quatro meses de vida. Faleceu apenas dois dias antes de que o swell atingisse a costa de Bali. Amigos e colegas de surf honraram-lhe chamando o swell “O Muzzaswell”. Disse Jim Banks: “essa foi boa”.

Swell do Século? Não. Puro marketing. Swell muito bom. Homenage surfista de ondas grandes de Bali. Chame #muzzaswell

A PROPAGANDA EXAGERADA

Ficamos coçando a cabeça. O swell foi, de fato, um swell incrível, mas não foi o que fomos levados a acreditar que seria. Como pode ser? Estavam-nos mentindo? Alguém estava tentando engrupirnos? Por quê? Ou foi um simples erro de meteorologistas e analistas de cartões de marejadas? Quer dizer, o que aconteceu? Por que tanto exagero mal, neste swell?

Se você estava pensando a mesma coisa, fica tranquilo, também já nos ocupamos disso.

Falamos com Asfeb

ANONYMOURS SURFER FROM EAST BUKIT (Asfeb)

Descobrimos que a pessoa com quem falar em Bali era o surfista ASFEB. Asfeb afirma ser apenas um amador com um hobby. Homem humilde. Sinceramente humilde. Desde os 15 anos que ele lê mapas meteorológicos e cartas MSLP (PressãoBarométrica Mídia ao Nível do Mar por sua sigla em Inglês), tempo quando ele jogava mão sempre que era dado a oportunidade de cada carta que saia dos faxes meteorológicos. Fazia parte de uma comunidade de velejadores e costumava ouvir previsões meteorológicas e o estado do mar através do rádio. Ele tem 58 anos agora. Ele surfa. Mas também pratica caça submarina, mergulho e kite-surf. Asfeb fez do leste do Bukit sua casa faz mais de 20 anos atrás. Ele verifica as ondas da janela da casa todos os dias. Por mais de 20 anos, ele teve a oportunidade de comparar informações e previsões de meteorologistas com as ondas quebrando na frente. Por mais de 20 anos, ele tem vindo a aperfeiçoar seus conhecimentos em previsões para Bali. Foi um dos primeiros a surfar Impossibles regularmente quando batia bom. Atualmente, quase que não sai do leste do Bukit. Para este swell, ele saiu. Asfeb veio ao lado oeste.

Todos esses anos de estudo e análise de cartas das marejadas e de tempo ensinou-lhe uma coisa ou duas. A uma coisa é esta: “Eu não acho que ninguém seja perfeito nas previsões. Por último, a Mãe Natureza tem a faca e o queijo e faz o que tiver vontade.”.

A coisa duas é esta: “Os maiores swells na Indonésia são, em geral, no início da temporada (abril-maio) ou para o fim (setembro-outubro). E não é à toa. Este último swell foi no final de junho, que é o meio do inverno antártico. Isso significa que a calota polar é mais estendida ao contrário de abril-maio, setembro e outubro, quando a calota polar não é tão grande. Portanto, não importa o quão forte os ventos são, eles vão bater o gelo e não na água líquida (para criar ondas localizadas que por sua vez criam ondas de marejada, os ventos tem que acertar a água líquida do mar). E isso foi o que aconteceu neste último swell. Parte da tempestade atingiu a água sólida, sem, por tanto, contribuir a gerar swell.

Outro fator a considerar é que, se o swell se originar no extremo sul, terá que viajar distâncias maiores para os trópicos e parte dessa energia é utilizada para se trasladar. Para a Indonésia, de fato, é melhor que o swell se origine não muito longe do arquipélago.

Outra coisa que notei, conforme o swell desenvolvia-se, foi que que havia um sistema de alta pressão posicionado bem na frente da tempestade e não se dissolvia. Assim, o sistema de baixa pressão tinha que seja enfrentá-loconforme empurrava para o norte ou ir de oeste para leste, onde não havia oposição. E isso é exatamente o que aconteceu. Ele rapidamente mudou-se de oeste para leste, sem perder muita energia e, simultaneamente, empurrando para o norte, perdendo, no entanto, mais forçaindo nessa direção. A costa oeste da Austrália estava mais próxima e aberta para receber o swell, dai que ele bateu lá com tudo. A Indonésia estava mais longe e, de um jeito, protegida por esse sistema de alta pressão. No entanto, a tempestade foi das boas e acabou quebrando a resistência do sistema de alta pressão, enviando um bom swell grande para Bali e as outras ilhas.

Unknown

SOBRE A PROPAGANDA EXAGERADA:

De acordo com Asfeb, a mídia exagera cada vez mais. Ele diz que o exagero é devido a dois fatores principais. “Primeiro, era fácil encontrar imagens satélitais de radar em vários sites, especialmente sites de previsões de swell, e as pessoas começaram a compartilhar essas imagens que mostravam ondas de 60 pés no centro da tempestade. Mas a maioria se esquece de que temos de levar em conta todos os fatores (ver acima) a fim de entender melhor como será o swell uma vez que bata na costa. Outro fator é que muitos dos sites relacionados com surf vendem ou publicitam produtos relacionados com o surf. Quanto mais visitas possam obter, mais publicidade serão capazes de vender. Para gerar negócio eles têm de capitalizar nele [no exagero].”

“Sensacionalizar o surf para lucrar”, como Asfeb chama-a, faz parte da estratégia daqueles (e nosso?) sites para atrair surfistas.

“E não só surfistas”, acrescenta ele, “hoje o surf é tão comum que todo mundo é um cliente potencial de produtos relacionados com o surf.”

Asfeb saiu do seu esconderijo no leste de Bukit para este swell. Pegou umas boas em Impossibles e, depois, levou sua família a tempãosemtever Uluwatu para desfrutar do espetáculo e ver o seu amigo que voado do oeste da Austrália só para o swell. “Havia todo um pessoal… Eu não podia acreditar! E o chocante é que eles estavam alheios ao que acontecia! Os caras na água pegando umas bombas de arrepiar e tipo que ninguém realmente prestava atenção ao verdadeiro show! Um cara até chegou a me oferecer drogas. Em Ulus!”

“Sensacionalismo do surf mas a Mãe Natureza tem a faca e o queijo e faz o que tiver vontade” Asfeb #muzzaswell

EM ULUWATU

1_Uluwatu

 The Bombie picked up the most size. #Muzzaswell

Jim Banks (Jim Banks Surfboards) deu acompanhamento e surfou o swell em Ulus.Seus posts no Facebook mantiveram todos nós cientes de como O Muzzaswell batia na onda mais grossa, selvagem e poderosa do Bukit. Não por coincidência, havia apenas um máximo de 10 caraspor vez, a maioria bules locais. Apenas 3 quando Jim estava na água.

Jim surfa Ulus desde a surfou pela primeira vez em 1977. Conhece a onda. “Quando caí na água, eu não tinha certeza do que estava fazendo. Caí em Outside Corner’s e a maré estava muito alta. Havia muita água. Era sábado eo swell ainda estava crescendo. Quando você está esperando séries de 35 pés você fica um pouco nervoso. Com uma previsão desse tipo, você joga para o seguro, você não está muito a fim de pegar uma onda de 40 pés na cabeça. Remei para The Bombie, mas simplesmente não me sentia relaxado. Alguns caras pegaram umas bombas alucinantes com tubos e tudo.”

“Não estava muito ligado”, reconhece ele, “faz anos que não surfo Ulus grande. Alguns caras tomaram uma serie na cabeça e saíram pensando que ia crescer ainda mais. Você sabe, com tudo isso que a qualquer momento cai a série de 35 pés dando volta na cabeça … “

O exagero desempenhou uma pequeno mau passe no Jim que só para o final da sessão começou a se sentir mais à vontade. Jim capitaneou um barco charter em torno do arquipélago indonésio durante 7 anos. “Pelo que me lembro [nesses sete anos] a maioria das grandes swelles foram previstos para 4 metros e este era previsto de 20-25 pés com séries35 pés. E, na verdade, produziu 25 pés de frente… talvez alguma que outra série ligeiramente maior. E a coisa louca é que o swell estava muito perto e ainda previam ondas de 35 pés. Aposto que vamos ter um swell maior este ano mais para frente.”

E os indonésios surfam Ulus grande?

“Os indonésios não. Eles não gostam quando é grande. Ou talvez eles simplesmente não têm prancha. Você sabe, para surfar Ulus grande  é necessário uma prancha grande. Três anos atrás, um pessoal caiu na água, incluindo cinco indonésios. E ai a gente pensou, “ok … o começo do fim …”, mas depois de um par de série na cabeça, sumiram.

O Muzzaswell, no entanto, pode ser, na verdade “o princípio do fim”. Confira isto:

Same wave, from the water. Imagine you on a shaky 6'6" and that speed train coming after you. #Muzzaswell

Same wave, from the water. Imagine you on a shaky 6’6″ and that speed train coming after you. #Muzzaswell

O INDONÉSIO MALUCO COM COLHÕES

Esse é o Corox. Não tem prancha grande. Essa é para ele uma prancha grande. Nem sequer é dele. É uma 6’6” emprestada do patrão que levou ele num barco e disse: “Vái, vái. Bota e se mata “, diz Corox com a boca ampla explodindo em gargalhadas. Era sua primeira vez em Ulus grande. Pegou dez ondas, mas surfou apenas algumas ao longo todo. “Me senti bem no line-up. Poucas pessoas e boas vibe entre nós. Mas estava difícil encontrar a onda. A minha prancha era muito pequena, sem velocidade, tremia muito. Essa (foto acima) era um monstro de onda. Eu vi ela vir e pensei que era boa, remei, botei e comecei a dropar no meu colega e quando eu soube já estava no liquidificador e depois na máquina de lavar por uns dois minutos. Ai tomei a série de 5 ondas na cabeça e fiquei com medo. Mas ainda assim queria mais.”

Corox surfou Padang o sábado, Ulus o domingo (o maior dia da ondulação) e Desserts na segunda-feira. Ele trabalha como guia de surf e espera que uma foto dessas e seu desempenho possam dar um impulso à sua carreira profissional. Mas mais do que tudo, ele sente orgulho de si mesmo. E os rapazes também estão orgulhosos dele.

Surfearía? Ulus de novo quando estiver grande? “De uma! Eu quero mais!

Com o mesmo tamanho de prancha? “Não, numa dessas Johnny me empresta uma maior.”

Johnny está sentado ao nosso lado, bebendo uma Bintang. “Numa dessas”, diz ele com um quase imperceptível sorriso.

Corox on small board at big Uluwatu. Muzzaswell

Same wave, from the water. Imagine you on a shaky 6’6″ and that speed train coming after you. #Muzzaswell

Indonésios não surfam Ulus grande. Perguntem ao Corox. #muzzaswell  Should have picture also

PADANG PADANG – O LOCALISMO E O CROWD BULE DE LOCURA

Johnny Uluwatu é australiano e mora em Bali desde 1979. Não tem negócios em Bali. Seu negócio é o surf. Tem um semblante tipo “não mexa comigo”, que é, ao mesmo tempo calmo e receptivo. Anda com rapazes locais, surfa com os rapazes locais. Assim explica ele a multidão em Padang: “A vibe na água foi boa, mas é difícil para os bules. Apenas um par pegam ondas. Normalmente os bules que passam tempo com os rapazes. Como nós. Tivemos até uma espécie de cerimônia ao pôr do sol no estacionamiento. Eu trouxe uma garrafa de arak e bebemos com os rapazes.”

E o crowd?

“Eu parei de contar aos setenta. Provavelmente, só dez de nós pegamosas Padang boas. Eu costumava querer quatro ondas por sessão em dias assim. Agora dois. Quando a próxima série chega, todos os rapazes já estão de volta no line-up. Julian Wilson [surfista profissional] não pegou nenhuma no domingo.

Existe uma hierarquia a seguir, você sabe. Mustafa, Rizal … Mega e Agus, os rapazes de Bingin. Tenshi de 12 anos botando também. E Mike Rommelse dos bules. Mas se você não é parte da hierarquia eles vão te dropar, ou vai pegar as sobras ao longo de Padang. “

Rizal, surfista reconhecido internacionalmente concorda: “Só os locais pegam as melhores. É o mesmo em todo o mundo, você não pode reclamar. Senta no seu lugar. Há a primeira fila, segunda fila e a terceira fila. De jeito nenhum você vai sentar-se na fila da frente se você não conhece ninguém. Eu peguei as minhas. Bali é aberta aos turistas, e as pessoas compartilham, mas se você é um idiota vai tomar uma bofetada.”

Os balineses de diferentes localidades compartilham entre eles?

“Entre nós estamos unidos. Entre todos nós.”, disse Rizal

Blacky, local “Padma Boy” se divertiu muito em Padang e também concorda, “Muito crowd, cerca de setenta na água, mas ao mesmo tempo enquanto você conhecer todos os rapazes, todos nós compartilhamos. A questão e compartilhar entre os rapazes. Eu peguei algumas. “

Blacky Padma Boy at Padang Padang. Muzzaswell

Blacky had some fun at Padang. #Muzzaswell

 

Sandy, 22, também “Padma Boy” vê-lo semelhante. “Temos boa vibe com os rapazes de Bingin. Eles vêm aqui e surfamos juntos, ou vamos á Bingin e eles têm boas vibe com nós, assim é que compartilhamos. Se os bules nos respeitar, nós respeitamos também. Compartilhamos também. Padang é mais difícil [compartilhar], porque tem muito crowd de o que chamamos de zumbis.”, ele diz rindo.

Petro, que está preparando (balinesiasurftrips.com) seu barco charter, mora em Bali e surfa Padang, a sua onda preferida em Bali, há 12 anos. Ele se dá bem com os locais. Mas na água, “as ondas são todas para eles”, diz Petro. “Eles estavam todos esperando por esse swell. É a primeira grande ondulação da temporada, por isso, havia cerca de 20 indonésios e na verdade é que nem mesmo tinha ondas suficientes para todos eles. Havia muita tensão na água. Parecia uma daquelas imagens de Pipeline em que você vê o cara tomar de lá tras e dropando e esquivando surfistas no caminho. Eu peguei duas ondas no sábado e duas no domingo, nais quais me drouparam, ou peguei fechões. Este foi um swell para os locais [em Padang]”.

Parece frustrado, mas Petro é das Ilhas Canárias, onde o localismo é mais pesado e mais agressivo, “Honestamente, nós fazemos o mesmo, nas Ilhas Canárias, até os botamos fora da água. Eu sei como é. Os locais me conhecem mais mesmo assim el me dropam. [Para um bule] é melhor nem cair quando os locais estão na água. Eu deveria ter ido a outro lugar nas outras ilhas.

Unidentified at Padang Padang. Muzzaswell

Sometimes the scraps are also fun. #Muzzaswell

BENSON, RESIDENTE BULE EM BALI TEM A SOLUÇÃO

Benson surfou um pico sem crowd em algum lugar em Bali e fala ardentemente sobre como ele vê a situação do crowd em Padang.

“Uma semana atrás, nós já sabíamos que o swell estava chegando, dai que tivemos tempo para mapear onde poderíamos pegar boas ondas sem crowd… em lugaresque mesmo quebram 10 vezes mais longas do que Padang, onde você pode coroar a onda da sua vida. Padang é o estádio local, é a sua arena de gladiadores, e se você realmente quiser surfar Padang e é o foco de sua vida, então você vai clicar com eles. Mas se você está de férias, não importa o quão bom você seja como surfista, eles vão te dropar. Então para que?”

Para Benson é claro. É claro que nem a água e é como se você não vê-lo da mesma maneira, é porque simplesmente você quer entreverar as coisas. Ele fala alto e confiante.

“Nós todos gostamos de conforto, sacou. Nós gostamos de comer as nossas saladas César, beber nossas cervejas frias, e dormir em nossos hotéis limpos. Mas ainda há milhares de picos com ondas grandes no meio do nada, onde não há nada. As pessoas querem ondas grandes e pesadas no mar, mas condições de vida amenas na terra.”, ele diz.

“E os Indo boys querem suas fotos em Padang. Se você quiser ficar vivo no surf, com as revistas, com os patrocinadores, você tem que estar no centro do turbilhão e Padang é esse centro. Se você é um surfista soul e simplesmente quer encarar ondas grandes, você não tem nenhuma razão para ir para Padang.

Havia outros picos com ondas longas, desertas e grandes. O período foi longo, dai que se você pegava na cuca, ainda ia ter tempo para voltar ao line-up.

Não pode pretender chegar a Padang e pensar que vai pegar algo mais do que pegaria em qualquer outro pico famoso do mundo. Não é assim como é.

Eu o vejo desse jeito. Tem que haver um ângulopositivo para todo. Vá e surfe outros picos alucinantes.”, concluiu Benson baixando o tono.

No crowds on some spots bukit bali. Muzzaswell

So close and so away from the crowds. Unnamed spot on the Bukit. #Muzzaswell

“Em Bali compartilhamos mas se você é um idiota vai tomar bofetada” “Vá e surfe outros picos alucinantes” #muzzaswell

POSSÍVEL IMPOSSIBLES – O segredo não tão seGreDo

Stand-up barrel at Impossibles, Bali. Muzzaswell

Is that a stand-up barrel or what? #Muzzaswell

“Impossibles, quando esta pequeno é uma onda menor [em comparação com outras ondas do Bukit].Quando o swell é grande Outside Corners fica maior e mais grossa e mais selvagem e muito mais técnica e difícil de ler o mar e ficar em posição. Impossibles penteasse ao longo do recife, é por isso que é uma onda mais perfeita, mas também muito mais suave. Muitos caras que surfam Outside Corners, naqueles dias bons, eles vem a Impossibles”.

Mick de Mick’s Place mora em Bali há 22 anos. Ele costumava surfar Padang e Ulus. Mas como esses picos ficaram mais crowd,  “viu como é, não conseguia relaxar”, ele começou a ver o potencial de Impossibles. Em 2000 ele começou a a surfear mais e agora é dos melhores na água. Mick se expressa da mesma forma que surfa: confiante, relaxado e fluente.

Mick at Impossibles. Photo from Mick's place.

Mick at his place. View from Mick’s Place. #muzzaswell

“Se você vai, reme duro e vá. Mas também verifique a sua posição, é inútil ir se você não tiver certeza de passar. Não é justo para os outros surfistas. Porque a menos que você seja um surfista muito bom, você não vai passar. E parece ser a tendência agora, o pessoalsentando mais para trás e sem poder passar. Foi o que aconteceu neste último swell. Eu vi muitos que não passaram. Então olhe onde se sentam aqueles que sabem, e espere sua vez. “

E os locais?

“Os locais não surfam lá.”, diz Mick. “Eles não têm pranchas grandes. É uma onda de menor performance, é muito longe da costa e não é tão famosa. Esta fora do radar da mídia. Também eles preferem o desafio de uma onda de mais performance como Bingin. “

“A menos que surfe muito bom, você não passa. Olhe onde se sentam os que sabem, e espere sua vez.”–Mick #muzzaswell

OS BULES MAS ESPERTOS QUE ESPERTOS EM BINGIN

Bingin Bali. Muzzaswell

One of the smarter than smart guys. #Muzzaswell

Coitadinha a máquina de tubos pequenos e não tão pequenos que é Bingin não ia ter outra que ficar sozinha sem ninguém para lhe dar um pouco de amor. Os grande swells geralmente batem gordos no recife, com apenas um ombro com um drop inclinado mas curto e sem parede. Os swells monstros a cobrem toda com um fechão no canal geralmente tranquilo e seguro. Com um swell de 35 pés no caminho… por que se incomodar?

Não pergunte ao novato nem tão espertinho que tinha surfado cinco vezes na vida e tentou provar sorte em Bingin. Ele rapidamente percebeu seu erro quando deixou a pele da metade das cóstas para alimentar a qual uma outra criatura suficientemente corajosa para rastejar no recife martelado pela série.

Mas pergunte aos cinco ou seis mais espertos que espertos e experientes surfistas bules que se fartaram de tubos enquanto os locais estavam em Padang.

O que aconteceu foi que o swell, ou as séries, foram muito inconsistente. Quando a série chegava, ondas monstruosas varriam com Bingin. Dai que os caras estavam constantemente atenciosos e quando a viram chegando, remavam freneticamente para escapar da área de impacto, pelo ombro ou perfurando a parede. Mas uma vez que passava a série, eles voltavam para o line-up para pegar as ondas de entre séries que quebravam constantemente durante a meiamaré que durou o dia todo.

O novato deixou 1/2 cóstas no recife. Os outros fartaram-se de ondas em Bingin. #muzzaswell

DREAMLAND SE TORNA sonho tornado realidade para ninguém

Unridden left on Bukit Bali. Muzzaswell

Where were you? Where was anybody? Unridden left on Bukit Bali. #Muzzaswell

Uma onda normalmente Barrigona descascava por 50, 70 metros sem ninguém, nunca.

Você estava onde? Onde estava o pessoal? À espera de um milagre em Padang?

Uma onda normalmente barrigona descascava por 50-70 m sem ninguém, nunca. E você? #muzzaswell Should have picture also

ENTÃO… O SWELL VERDADEIRO

Assim que o Muzzaswell não foi o swell do século em nenhumdos picos de Bali. As ondas foram enormes, mas não tão gigantes, por vezes inconsistentes. Os ventos fortes em quase o dois primeiros dias e as medias marés não ajudou ao swell a brilhar nos picos que precisam de marés baixas. Foi, no entanto, um swell animalbaixo qualquer padrão. Surfers droparam ondas grossas e poderosas e botaram em tubos de arrepiar. Alguns saíram, outros gostariam de ter saído. Surfers também pegaram tubos menores ou mais rápidos ou mais fácil e alguns surfaram paredes longas e ripeáveis. Surfers tiveram a oportunidade de desafiar e provar-se se ainda tinham os colhões, a habilidade, a vontade e a forma para encarar o swell. Alguns comeram, e comeram ruim. Alguns também ficaram frustrados. Alguns aprenderam qual uma outra lição, e alguns ensinaramalguma coisa ou duas algumas coisas. As guns foram desempoadas e pranchas de todos os tamanhos caíram na água. Muitas foram quebradas. Leashes arrebentaram e surfistas se apressaram em direção à costa orando, para logo se apressar a pegar outro leash e se apressar para a água novamente. Foi um swell para experimentar em cima de uma prancha baixando um paredão ou para desfrutar baixando uma cerveja pela garganta. Quer dizer, você tinha que estar lá. Graças ao exagero publicitário a maioria dos surfistas e não surfistas puderam o experimentar.

Tudo bem então.

Em resposta ao que ele pensou quando viu o que as pessoas tinham chamado esse swell e como na sua opinião ele ia bater, Asfeb diz: “Meu amigo da Austrália Ocidental sempre toma um vôo para surfar The Bombie quando há um grande swell. Para certificar-se, ele me perguntou antes o que eu pensava, e eu disse: “Parece bom, mas eu não acho que vá ser gigante.” No final, ele acabou tomando um vôo na quinta-feira à noite e voltando na segunda-feira à noite.”

E valeu-lhe a pena?

“Sem dúvidas”, Asfeb diz, “pegou umasondas animal.”

Esqueça o apelido infeliz, lembre-se de “O Muzzaswell”. #muzzaswell

O QUE OUVIMOS

“Não fazo ideia de quem é a prancha. Estava flutuando na água. Sem plug, sem leash, sem surfista também não.”- guia de surf barco em A’port Rights #muzzaswell

“Cara, os locais a Padang queríam todas. Mas, você faria o mesmo no teu pico local, né…”– Collum, Goldie surfer visitando Bali  #muzzaswell

“O sábado cai em Bingin, quebrei prancha de uma e peguei o vôo de volta para casa as 2 da tarde.”– Bingin fan, Ignacio. #muzzaswell

“Eramos 5 e as ondas estavam grandes, longas e abrindo.”– Benson em CENSURADO #muzzaswell

“Se essa mina descer uma dessas bombas, ela vai crescer um par de colhões e não vão caber nesse mini-biquíni”– Surfer anônimo em Impossibles #muzzaswell

“Obrigado Muz!” – Jim Banks, evocando o swell em seu restaurante o Mango Tree #muzzaswell

“Em Bali compartilhamos mas se você é um idiota vai tomar bofetada” “Surfe outros picos alucinantes” #muzzaswell

“Nem sei essa prancha. Tava na água. Sem plug, sem leash, sem surfista.”- guia de surf,  A’port Rights #muzzaswell

“Os local a Padang querían todas…você faria o mesmo no teu pico local, né…”– surfer visitando Bali  #muzzaswell

“O sábado cai em Bingin, quebrei prancha de uma e peguei o vôo d volta a casa as 2.”– Bingin fan, Ignacio. #muzzaswell

“Se a mina descer uma bomba, ela vai crescer uns colhões e não vão caber no minibikini”– Surfer @  Imposs  #muzzaswell

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  1. Missed the swell and hype after years of living in Bali. But bringing the family and aloha spirit for a visit. Will be happy to just have a nice, safe, fun trip. Thanks Diego for the Nusa blog

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